"Qualquer coisa que você faça será insignificante, mas é muito importante que você o faça. Você pode não saber qual é o significado da sua vida... E não precisa. Precisa apenas saber que ela significa alguma coisa. Toda vida tem um significado, mesmo que dure 100 anos ou 100 segundos. Toda vida tem...
E cada morte muda o mundo do seu próprio jeito. Ghandi sabia disso. Ele sabia que sua vida significava alguma coisa para alguém, em algum lugar, de alguma forma. E ele sabia com muita certeza que ele jamais saberia o significado dela... Ele entendeu que viver a vida deve ser mais uma grande preocupação, do que um entendimento. E eu também.
Você pode não saber, então, não leve isso muito a sério. Não adie o que você quer, não deixe que nada o impeça. Apenas tenha certeza de que as pessoas com que você se preocupa saibam, tenham certeza do que você realmente sente... Porque só assim tudo pode acabar."
Como fiquei um tempão sem voltar a postar por não ter assunto inspirador para escrever, resolvi não esperar mais e postar sobre o filme Lembranças, que vi sim por causa de Robert Parttinson. Mas não, não sou fã dele ou algo assim... Tá, comecei a ler Crepúsculo porque Guga já tinha aqui, daí gostei e vi os filmes e fui procurar outros filmes que os atores principais (Robert e Kristen Stewart) já fizeram... Inclusive, alguns dos que tiveram a interpretação dela têm uma cara ótima também, vou vê-los depois.
Bom, voltando ao filme... Você o assiste quase que inteiramente com uma interrogação no meio do cérebro à respeito de qual seja o assunto central, principalmente se você, assim como eu, leu uma sinopse-resumo bem estranha, escrita por alguém que certamente não o viu.
Isso porque o assunto principal não se trata do romance, mas de um drama meio filosófico, ao menos a meu ver. No filme são abordados vários assuntos, o que acho que resulta sempre numa perda de foco que dificulta a dramatização, se é que vocês me entendem. No entanto, o final vale por todo o resto... Só não foi mellhor porque houve em mim, que sou cismada com os governos, principalmente o americano, um sentimento de relutância em me comover, por sentir que há manipulação americana ao querer sensibilizar o mundo, a fim de, naturalmente, tirar proveito próprio. Afinal de contas, o atentado ao WTC não foi mais desumano do que s bombardeamentos de Hiroshima e Nagasaki, ora bolas.